Por hora, a campanha é outra coisa.
O Costa diz que hoje vai ser primeiro-ministro e não vai lá. E Tancos está encerrado. Não fala mais no assunto: é um caso de justiça, diz a Catarina. O Jerónimo diz o mesmo. O PANSilva vai dizer mal do Montijo e tratar da carne de vaca, que Tancos não é nada com ele. Os Verdes despareceram em combate.
Uma excepção: o Costa, não se sabe se o Primeiro-ministro se o candidato, a exemplo do seu discípulo Marques foi inaugurar uma obra por fazer, a fim de garantir que Tancos fica de fora. Nada de campanha.
Outra excepção: o Costa acusa o Rio de andar a pescar velhos quadros, sem se lembrar que, em matéria de quadros velhos, é campeão: meteu no governo quase todas os velhos, como ele, do tempo do Sócrates.
Em suma: os candidatos da geringonça meteram uma espécie de interrupção na campanha. Leia-se, meteram férias do caso de Tancos, onde já estão até ao pescoço.
2.10.19

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