3 notáveis opções:
– Sei do caso de uma mãe que, preocupada com a alma do filho, lhe escrevia para a famosa ZIN, em Angola, no tempo da guerra, dizendo isto: meu filho, antes morrer às mãos do inimigo que cair nas tentações do demónio.
– Um elemento da direcção política de Adriano Moreira, no CDS, saco de gatos da época (1985), dizia-me, prevenindo o futuro: antes nós e poucos do que eles e muitos. Sábio prognóstico.
– Dona Manuela, cheia de tremuras, declara que prefere que o PSD tenha pior resultado nas eleições do que um rótulo de direita. Se o Rio ganhar ao Montenegro, dona Manuela verá realizados os seus desejos.
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O camarada Costa, como é sabido, andou no Pinhal de Leiria a plantar sobreiros. Os sobreiros morreram. A demagogia e a propaganda foram, por uma vez, vencidas. Já o Senhor Dom Dinis sabia mais de silvicultura que Costa e seus sequazes.
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Não há que discutir a lei da saude. A chamada ministra da coisa já disse como é: não se trata de saúde, é uma “questão ideológica”. Com gente desta não se discute.
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Em Lisboa, nem um dos investimentos pomposamente anunciados pelo Medina como aplicação da taxa de turismo, se realizou ou está a realizar-se. Onde foi parar o dinheiro?
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Ângelo Correia, em tempos tido como “pai” de Passos Coelho, não só passou anos a criticá-lo como agora, de forma soez, se atira agora às canelas do Montenegro, tido este como “passista”. É de perguntar se Passos lhe deu cabo de alguma marosca mal cheirosa.
13.1.19

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