IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DO GERINGONCIAL CRESCIMENTO

 

Em vez de ser o motor da economia, como, em tempos, diziam o Centeno, o PS e a geringonça, o consumo privado é um dos carrascos dela. É certo que o consumo subiu, mas o crédito que para tal foi preciso subiu ainda mais. E a poupança… nicles.

Com a economia a ter um crescimento miserável, não se vislumbra qualquer hipótese de que o galopante endividamento, estatal e privado, venha a ter condições para ser honrado. Resultado, o tal milagroso consumo está a levar a economia mais para o fundo, ao contrário das teorias oficiais. Um veneno, como alguém lhe chamou. O investimento, por seu lado, é o mais baixo de todos os dos nossos parceiros, e 25% menos que o médio da UE.

Auxiliado pelo turismo, pelo crescimento dos clientes externos, pelo trabalho dos exportadores, o país, na mão da geringonça, não avançou um milímetro em termos económicos. Isto, ao mesmo tempo que as condições externas se agravam e os serviços públicos sossobram. A educação num evidente caos, a saúde, crivada de dívidas, mete água por todas as frinchas e tem menos investimento que no mais negro tempo da terrível troica, para só citar dois exemplos.

O emprego subiu mais que o crescimento, o que quer dizer que perdeu competitividade e que os salários baixaram.

Tudo isto, está, ou devia estar, debaixo do nariz de toda a gente. Mas as mentiras da geringonça continuam a ser repetidas, ao ponto de haver muito quem nelas acredite.

É o que acontece, sem excepção, nos países governados pela esquerda. Até que o dinheiro se acabe outra vez. Diz-se que o Centeno já deu por isso, mas parece que vale mais aldrabar do que assumir.

 

23.7.18

 

 



6 respostas a “DO GERINGONCIAL CRESCIMENTO”

  1. Sem oposição ou, pelo menos, sem visibilidade na TV, o que vem a dar no mesmo, sem debate politico, com o nível das antigas “conversas das sras. vizinhas” transposto para o “diz que diz” politiqueiro, com um laxismo mole perante mentiras, fugas das responsabilidades e situações inimagináveis em qualquer sociedade civilizada, o país está a esmorecer. Já ninguem sabe em quem pode acreditar e esta apatia é o paraíso do poder. Não interessa que mais de metade dos eleitores não votem nos partidos da AR, a abstenção é para eles uma benção. O que é preciso é que não haja mais candidatos a sentar-se à mesa do orçamento. Até à próxima bolha financeira que já não vai demorar muito tempo a chegar. Se Orwell foi visionário com “1984”, no nosso caso a premonição realizou-se com o “Triunfo dos poucos”.

    1. Obviamente que me referi, no último parágrafo, à obra de Orwell » o triunfo dos porcos »

      1. Eis que, após lancinante apelo, finalmente aparece um “acólito” do sr antónio, pese embora “envergonhado”!!!Seja bem vindo, caro “Anónimo 24.07.2018 11:33”.

        1. Não sou acólito de ninguém, muito menos enverganhdo. Digo o que penso e às vezes pago caro. Isabel

          1. Não entendi a questão do “pagar caro”. Não quererá explicitar?

          2. Não. Puxe pela observação e pelos seus dotes cognitivos que chega lá perto.

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