A anafada rapariga que fazia umas coisas com o senhor Clinton, hoje desengraçada mastrafona, voltou às primeiras páginas. Na altura das tais coisas, já a fulana acautelava o futuro: guardou os produtos fisiológicos do homem no vestido, guardou o vestido, e ficou à espera da fama. A fama lá veio e, não há quem duvide, teve efeitos positivos no seu bem-estar.
Mas a fama, como de costume, foi efémera. Até que, tantos anos passados, o comboio do mitu arrancou em força. Nova oportunidade, nova fama, havia que apanhar a composição. Mas como, segundo as crónicas, tinha havido “consenso” com o Clinton, era preciso arranjar um tempero qualquer. Daí, resolveu dizer que, apesar de ter havido consenso (consentimento e cooperação activa), houve abuso na mesma.
É demais, a crescentar aos muitos demais que por aí andam à conta do mitu.
Não faltará quem ache bem. A partir do novo conceito da dona Mónica, as actividades recreativas em causa, mesmo que consentidas e queridas, passam à categria de assédio, abuso, vilania. Ponham-se a pau.
4.3.18

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