Se se fizesse um estudo aprofundado e científico sobre as presenças públicas dos chefes de Estado deste mundo, quem ganharia? O Papa Francisco talvez ficasse bem classificado. O A Merkel, quem sabe. Erdogan também. O Holande, não me parece. Não arrisco mais.
Acerca dos campeões, não há sombra de dúvida. São eles, ora adivinhem, o Trump (Donald) e o Rebelo de Sousa (Marcelo). Não há quem se lhes lhes compare. Equivalem-se em presença mediático-popular. Se houver vantagem, talvez seja para o segundo, mas sejamos imparciais: equivalem-se. Haverá algum dia, dos últimos trezentos, em que não vejamos, vezes sem conta, um e outro a dizer coisas, opinar coisas, a perorar ora inanidades ora bojardas. A diferença mais substancial será a dos beijinhos, abraços e rodelas de chouriço, em que ganha o segundo. Em matéria de asneiras, o Donald é o maior, mas o outro tende a aproximar-se a grande velocidade. O Trump que se precate.
Lá para o fim do ano, o nosso estudo ficará mais completo. Haverá mais dados, gráficos e estatísticas.
22.2.17

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