IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


O CANDIDATO INDEPENDENTE

O senhor Nóvoa, irritante mas prolixo, é um “independente” de estalo.

As sondagens dão 4% ao tipo do PC. Onde foram parar os outros 6 a 8% de eleitores fiéis do nacional-bolchevismo? Um dedo que adivinha diz que vão direitinhos para o tal “independente”.

A dona Marisa também leva uma tunda. Porquê? Porque a esquerda folclórica vai votar Nóvoa, sabe-se lá se por ordem se por inconfesso desejo da dita.

Quem “enche” as sessões do Nóvoa? O PSC (PS do Costa)? Com certeza. Mas são relativamente poucos. As verdadeiras “massas”, para além dos papalvos, são as enviadas pelo PC, BE, Arménio, etc. Marisa Matias, o despadrado e quejandos não passam de temperos para animar o indigenato. Nóvoa é o homem. O tal que diz que quer “unir” desde que todos sejam esquerdistas como ele. Os outros ficam de fora. Não é o bolchevismo, ou ainda não é o bolchevismo. Ou é o bolchevismo possível nos tempos que correm.

Ao Costa, para trair o que lhe falta trair, só tinha que deixar cair a dona Maria de Belém. É o que está a fazer, com a competência dos trafulhas.

Independente de quê, o Nóvoa? Só se for da liberdade que proclama, que é a liberdade dos goulagues e da demagogia cara.

 

20.1.16



Uma resposta a “O CANDIDATO INDEPENDENTE”

  1. Não percebo, Irritado: então não clama por candidatos “com cara”? E ter cara não é defender uma ideologia como um clube, e ver o mundo através da cor de um partido? Então, o Nódoa é dos seus: tem cara! É xuxa.Claro que se diz “independente”, mas é só para sacar botinhos. É normal. É como o Prof. Martelo ir ao Avante, o Portas beijar peixeiras, a Múmia Cavaca dizer que não é político, etc.Esta pseudo-democracia pseudo-representativa é um fartote: esperava então que algum candidato dissesse “eu só quero os votos do meu partido”?É como nas legislativas: os merdia adoram anunciar que certo partido “pediu a maioria absoluta”. O que esperavam? Que pedisse “votem em nós, mas não muito”?

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