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O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill
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{Donde se conclui que, nesta pobre terra, os ordenados devem corresponder às qualificações académicas de cada um*, não ao valor do trabalho que fazem nem à forma como o fazem. Mesmo que tais qualificações sejam as que sempre foram, mas tenham passado a “licenciaturas”.}.Após leitura deste parágrafo, só posso dizer: BORROU A PINTURA TODA.Com efeito, dando de barato o preconceito manifesto, em coerência o Senhor, mercê do trabalho que fez e, sobretudo, pelo que produziu (melhor dito: não produziu) enquanto Deputado (ou mesmo como Jurista), DEVERIA VIVER COM O “RENDIMENTO MÍNIMO”, porquanto só estragou. Nada produziu.Há muitos anos, um familiar meu, internado num Hospital, numa noite, entrou em choque hemofílico devido a perfuração de ulcera varicosa. Por força da actuação do Senhor Enfermeiro de serviço, “safou-se”.Qual foi a importância deste ENFERMEIRO?
Entre o Sapateiro e o Pinto venha o diabo e escolha.
Meu caro Irritado,muito bom dia.Pleno acordo com tudo o que escreve.Esta coisa dos enfermeiros AGORA serem licenciados tem origem,segundo a minha opinião,na letra A do funcionalismo público que atribuía e parece que ainda atribui uma remuneração mais alta a quem possuísse o grau académico de licenciatura,independentemente do que pudesse saber sobre qualquer assunto.Por isto ser verdade e acontecer,verificou-se,na academia,a abertura de licenciaturas sobre parágrafos da Ciência e que não servem para outra coisa senão para darem mais uns tostões.Não sei se o meu amigo já se viu confrontado com o facto de querer premiar um subordinado,muito eficiente na sua função e não poder fazê-lo senão através duma promoção,que a mais das vezes,justifica o Princípio de Peter.Continuamos na mesma,senão pior.Melhores cumprimentosCarlos Monteiro de Sousa
Ó Sousa, tem tomado valproato?
Pelos vistos, tem.
Caro Irritado. Não conhecendo eu Vossa Excelência, e para que o informe, fiz questão de googlar o seu nome, e para meu espanto nada encontrei.De onde concluo que Vossa Excelência será certamente uma personalidade deveras importante na sociedade portuguesa, com muito valor no trabalho que desenvolveu ou na forma que o faz.Após leitura do seu comentário neste blog, que por acaso me apareceu no ecrã do meu laptop, senti uma vontade enorme de lhe responder á letra. Mas… não irei faze-lo.Como tal, resta-me esperar que num futuro próximo,V.Excelência ou qualquer familiar muito querido seu tenham necessidade de exprimentar in loco, o valor do nosso trabalho, enquanto profissional de menor qualificação( segundo V. Excelência). Não quero com isto desejar que a vida lhe corra mal, pois, com todo o respeito por essa profissão, não estou aqui a defender os cangalheiros.Atenciosamente.F.SousaP.S. Se fizer questão forneço-lhe o contacto de inumeros doentes que passaram “por estas mãos sem qualificação”; eventualmente a sua mente retrógrada despertaria para a nova realidade que é a Enfermagem em Portugal.
Caro Senhor Francisco Sousa1. Não acredito que o Google lhe tenha dado essa resposta. Há lá várias referências, ainda que parcelares, incompletas e, às vezes, inexactas, à minha modesta pessoa.2. Em parte alguma disse que os enfermeiros não tinham qualificações para exercer a sua profissão. Ainda menos que, em geral, a exerçam mal.3. Não desmereci da profissão, mas da atitude que os profissionais vêm tomando.4. O que procurei “passar” foi:3.1. Que o critério deve ser o do mérito, não o da licenciatura;4.2. Que a palavra “licenciatura” tem, para mim, um conteudo que se não devia aplicar aos enfermeiros;4.3. Que, em Portugal, com tantas licenciaturas, a pelavra licenciatura se desqualifica;4.4. Que os enfermeiros – gente que tem emprego! – deviam respeitar mais os que o não têm – e esperar por melhores dias para fazer reivindicações tão malucas como a de um aumento de 50% (como li algures);4.5. Que o facto de se ser licenciado deve apontar para o exercício de profissões compreendidas num determinado leque, mas não deve inculcar, necessariamente, um vencimento ou outro;4.6. Que a profissão de enfermeiro tem sido, historicamente, exercida por não licenciados devidamente preparados para a exercer, e que o simples facto de se ter dado aos cursos de enfermagem uma “dignidade” superior, não significa absolutamente nada em termos, ou de qualidade de serviço, ou de montante de vencimento;4.7. Que os enfermeiros, além do mais, estão a procurar estabelecer duas classes dentro da sua classe: os licenciados e os não licenciados (os velhos);4.8. Que os enfermeiros não têm o direito de abandonar os seus doentes, fazer parar as cirurgias e outros desmando mais, com greves alegadamente gerais.Atentas as suas alegações e ameaças, as minhas opiniões ficaram reforçadas e justificadas.Com os melhores cumprimentos ABC
Exmo Sr. Dr. ABContem após ler o Vosso comentário, decidi não responder. Mas hoje não resisto.Vamos por partes (se me permite):-“Que o critério deve ser o do mérito, não o da licenciatura”. Diga-me em que profissão o salário é decidido pelo mérito e não pelas formação adquirida ao longo de anos e anos.-“Que a palavra “licenciatura” tem, para mim, um conteudo que se não devia aplicar aos enfermeiros”- Permita-me questionar o porquê?! Certamente está completamente desactualizado das competencias adquiridas pela Enfermagem nos ultimos anos. Sugiro a consulta dos planos curriculares da Licenciatura de Enfermagem.-“Que, em Portugal, com tantas licenciaturas, a palavra licenciatura se desqualifica”- É um facto; mas também nos é completamente alheio este facto. Talvez, V.Excelência quando pertenceu ao Governo terá certamente autorizado o florir de “novas” licenciaturas. Digo eu, não sei!! Desconheço ter existido algum ministro da Educação ou do Ensino Superior enfermeiro; como tal…!!-“Que os enfermeiros – gente que tem emprego! – deviam respeitar mais os que o não têm – e esperar por melhores dias para fazer reivindicações tão malucas como a de um aumento de 50% “- Temos emprego, certamente; alguns; outros não lhe chamaria emprego mas sim escravidão disfarçada, já que, por desregulamentação da nossa profissão, aliada ao desejo ardente de lucro rápido e fácil, por parte das instituições privadas de Saúde, exploram o excesso de oferta que de momento se faz sentir com os recém licenciados. Quanto ao esperar por melhores dias, só lhe digo que já esperamos ha muito tempo por melhores dias.Há muitos anos Sr. Dr.. Entretanto já se construiram 10 estádios de futebol, dezenas de auto-estradas desertas, milhares disperdiçados em medidas inócuas, etc, etc, etc. Logo, melhores dias também não é desculpa.-“Que o facto de se ser licenciado deve apontar para o exercício de profissões compreendidas num determinado leque, mas não deve inculcar, necessariamente, um vencimento ou outro”- É este o sentido de justiça que caracteriza a Sua crença política? Não me diga, Sr. Dr, pois se assim é, vou exigir os boletins de voto para mudar o local da minha X.-“Que a profissão de enfermeiro tem sido, historicamente, exercida por não licenciados devidamente preparados para a exercer, e que o simples facto de se ter dado aos cursos de enfermagem uma “dignidade” superior, não significa absolutamente nada em termos, ou de qualidade de serviço, ou de montante de vencimento”- Esta nem comento, Sr.Dr. Precisaria de mais de 5000 caracteres. E só tenho 1730 disponivéis.-“Que os enfermeiros, além do mais, estão a procurar estabelecer duas classes dentro da sua classe: os licenciados e os não licenciados (os velhos);” – Lamento, mas é falso.Os ainda não licenciados, serão certamente uma minoria muito minor (passe expressão), com pouca representatividade estatistica que permita o crescer de 2 classes dentro da mesma profissão.-“Que os enfermeiros não têm o direito de abandonar os seus doentes, fazer parar as cirurgias e outros desmando mais, com greves alegadamente gerais.”- Claro que não. Assim como os professores não têm direito de fechar escolas, os maquinistas de parar comboios, etc, etc. Numa próxima greve de enfermeiros sugiro qualquer coisa que não influencie o normal funcionamento dos hospitais. Aceitam-se ideias. Uma greve de enfermeiros que afecte o preço dos combustiveis, por exemplo!!Caro Sr. Dr., agradeço profundamente o direito de resposta que me é concedido no Seu blog, mas antes de terminar, quero só esclarecer que em tempo algum lhe desejei mal ou ameacei. Não sou assim, independentemente da profissão que exerço. Apenas gostaria que a Sua forma de ver a Enfermagem fosse diferente, e, quando a mente é cega , nada como ver com os própios olhos. Lamento se o ofendi, não era de todo a minha intenção, mas reconheço que o seu post me abalou, pois, quando desvalorizam o meu trabalho diário e a minha profissão não consigo permanecer impavido e sereno. Ainda assim,estou completamente disponivel para o esclarecer de duvidas que ainda lhe persistam em relação á Enfermagem. Será certamente um prazer.Respeitosos CumprimentosF.Sousa
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