SALOIOS NO PODER E NA IMPRENSA
3 respostas a “SALOIOS NO PODER E NA IMPRENSA”
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Não se deve equacionar somente se a electricidade é limpa e mais barata.É preciso ter presente os riscos,e a dependência tecnológica,que porventura levaria a ter energia mais cara.Acho que a questão assume mais peso (não atómico)mas à volta de Pinto de Sousa que não simpatiza com a energia atómica.Pinto de Sousa a razão da existência deste blog!!!
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Era tão bom que o Pinto de Sousa se fosse embora! Mais que não fosse para que o Irritado se pudesse dedicar a temas mais interessantes, não é?Como deve calcular, nestas matérias, verdadeiramente nucleares, não sou mais que um observador independente que tem tido acesso a alguns dados e procura ter os olhos abertos. – Os países europeus que, nos últimos 50 anos, tiveram maior progresso industrial, têm, sem excepção, energia nuclear em todos. – Vemos países “ecologistas”, como a Dinamarca, que não têm energia nuclear. Pois não. Compra-a à Suécia.- Depois, olhe, estive uns anos em Paris, onde tinha energia mais barata do que em Lisboa. – Mais. Um meu conhecido que é “industrial eólico”, demonstrou-me que o vento, globalmente, é muito mais caro que o nuclear. Ele dedica-se à coisa porque, já que as prioridades do governo aí encaixam dá dinheiro, dinheiro a sério, dinheiro legítimo. Se, no fim da linha, o mexilhão se lixa, isso, naturalmente, já não é com o meu amigo. Devia ser com o governo, mas não é.E assim, meu caro Tecelão, vamo-nos enterrar até ao pescoço com investimentos de rentabilidade mais que duvidosa, e nem sequer discutimos o que interessa… porque está “fora da agenda” do Pinto de Sousa! Poça que é demais.
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Há uns bons anos atrás já Pessoa dizia que éramos um país de provincianos.Bom senso foi coisa que nunca abundou na cabecinha dos portugueses, e hoje mais que nunca vai estando em vias de extinção, sendo a maior prova disto qualquer governo PS que este país teve.

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