“JUSTIÇA” POR CONTA PRÓPRIA
4 respostas a ““JUSTIÇA” POR CONTA PRÓPRIA”
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O Greenpeace tem todo o direito em manifestar-se. É obvio que comete excessos que devem ser punidos mas o seu trabalho é nobre e corajoso.Bandidos, terroristas? Não creio. Olhe que se calhar existem muitos encapotados com tiques de escriba aparecendo em telejornais e revistas. Esses podem ser os verdadeiros canalhas.
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Obrigado pelo comentário.Toda a gente tem o direito de se manifestar. Não tem é o direito de amarrar os hélices dos navios. Isto, para além de muitas e muito mais graves coisas que essa organização tem feito, quantas vezes impunemente, pelo mundo fora.
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“Um dos quatro barcos acorrentados pelos activistas da Greenpeace, em Aveiro, está numa lista oficial de pesca ilegal, a que a Lusa teve acesso, encontrando-se impedido de ser abastecido de combustível ou alimentos. A lista revela que a embarcação Red, do armador português Silva Vieira, foi incluída a 8 de Outubro na Lista A da Comissão de Pescas do Atlântico Nordeste (NEAFC), sendo a única embarcação a figurar actualmente nessa listagem. No dia da acção da Greenpeace, o capitão do Porto de Aveiro, Alves Salgado, afirmou à Lusa “não existir qualquer registo de ilegalidade” das embarcações de pesca do armador Silva Vieira, que entretanto negou práticas ilegais. O comissário europeu das Pescas reuniu-se ontem em Bruxelas com membros da organização ambientalista para, entre outros assuntos, avaliar a situação das quatro embarcações do armador português. “Informámos todos os Estados–membros da inclusão da embarcação na Lista A da NEAFC”, disse à Lusa a porta-voz do comissário, Natalie Charbonaut, adiantando que as investigações sobre este barco de pesca ainda estão a ser aprofundadas, já que a Greenpeace denunciou que o Red está inscrito noutra lista de pesca ilegal (Lista B), ainda mais grave, com o nome de Kabou. “O barco mudou várias vezes de identidade. Entregámos já um documento ao ministro da Agricultura e Pescas a pedir que se ponha fim à pesca ilegal deste armador e ordenando o abate do navio, pois é a única maneira de assegurar que não continua com tais práticas”, afirmou à Lusa Farah Obaidullan, da Greenpeace Internacional. Segundo esta responsável, o Red já teve vários nomes, Kabou, Joana e Lótus, procedendo o armador à alteração do nome da embarcação cada vez que esta é incluída numa lista de pesca ilegal. Os outros três barcos acorrentados pela Greenpeace – Caribe, Brites e Aveirense – não constam de nenhuma lista de pesca ilegal. ” in Público.Afinal, o Greenpeace tinha alguma razão. ..
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Obrigado pela informação.Não faz ela mais que reforçar o meu ponto de vista. Parece que há autoridades legítimas a tratar do assunto.O acorrentamento dos navios (um, ao que parece, com problemas, os outros sem problema nenhum) não é outra coisa senão um acto ilegal, abusivo e ilegítimo, como é, aliás, hábito da organização Greenpeace, contumaz nestas matérias.Por outro lado, bem espremida a local do “Público”, a única substancialidade da coisa reside nas declarações da dona Obaidullan, a qual quer que o navio seja abatido. Não faz a coisa por menos. Nada de acusar os eventuais suspeitos, nada de os julgar (já foram “julgados” pelo Greenpeace!). Abate-se o navio, e pronto. Coisa suave. Por vontade desta gente, a nossa depauperada frota pesqueira já nem sequer existia.Mas esta gente convence outra gente, ao ponto de haver quem goste desta gente.Paciência. O Irritado continuará a denunciar desmando destes sempre que for o caso.ABC
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