IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


DA POLÍTICA DO ÓDIO

O ódio é uma das coqueluches de nossa brilhante esquerda. Tudo o que não for de esquerda é odiento, racista, homofóbico, fascista, etc, e, maior de todos os insultos (que horror), chega ao extremo de ser liberal.

– Dona Mortágua I declara, com o  fulgor que lhe é peculiar, que a propriedade privada (que a até a nossa esquerdófila Constituição consagra) é, perante as “políticas sociais” da esquerda, para esquecer. Desta nem o PC se lembraria. É o ódio militante, fundamental e agressivo, a anuciar os amanhãs que arrotam.

– Dona Alexandra Leitão, dando largas à impressionante vastidão do seu pesado pensamento, depois de ter dado cabo de boa parte do que restava na (boa) Educação em Portugal, dedica-se agora aos media, com lugar cativo num canal de TV e no “Expresso”. Outro dia, ouvi-a, com estes que a terra ou o crematório hão-de comer, declarar que, dada a sua tenra idade, do PREC nada se lembra. Pois, o seu ódio é de agora, mais puro. Há coisas de que não se deve falar, sob pena de “direitismo”, ou pior. Se não está de acordo leia a coluna da senhora no jornal da passada  Sexta-feira.

– Dona Carmo Afonso, é a nóvel garante das “portas” que o “Público” “abre” quando “abate muros”. Uma rapariga de carinha laroca (diz quem a conhece que a foto tem uns trinta anos). Diga-se que é inteligente e prolixa. Dedica, por semana, pelo menos três páginas nobres do jornal a zurzir tudo o que não tem a chancela do Bloco de Esquerda, com uma dose de ódio repenicada e furibunda. Nada do que não for ou vier do partido lhe escapa. O ódio é o seu combustível de estimação.

Perante este bouquet de gentis senhoras, o PC parece um menino de coro.       

7.2.23



7 respostas a “DA POLÍTICA DO ÓDIO”

  1. Pois é, Irritado, uma odienta esta esquerda.Felizmente que à direita é só amor: amor ao capital, aos ‘mercados’, à riqueza e a quem a acumula, à liberdade de consumir, de comprar e de vender, de assistir ao Netflix, de chamar um Uber, de ficar num Airbnb… tudo amor, muito amor. Não sou grande fã da Dona Leitão, essa leitoa xuxa com mais de 30 anos de pulhítica e de Partido Sucateiro, nem da dondoca Carmo Afonso que tanto o irrita, mas gostei da citação da Dona Mortágua: a propriedade privada é para esquecer. E é mesmo. Há demasiado tempo que a propriedade se sobrepõe às pessoas, ao planeta, a tudo. O mundo é governado, não pelo socialismo dos delírios direitalhas, mas pela ganância. Só importa quanto se tem; nem sequer importa como se o obteve. Isto tem de mudar, Irritado. Não toda a propriedade, mas toda a partir de certo limite. Esse limite é fácil de calcular e de referendar com base na riqueza média de cada país. A par de uma democracia mais directa, nada é tão importante ou urgente.

    1. V. ás vezes ultrapassa-se a si próprio.Na sua opinião o ideal seria não haver casas. Em alternativa (vê outra?) todas as casas seriam do Estado. Uma maravilha. Já Estaline dizia o mesmo. Não vê que a sua ideologia, como está mais que provado, só pode conduzir à fome, à tirania e a outras desgraças já condenadas pela vida?

      1. “Já Estaline….como está mais que provado, só pode conduzir à fome, à tirania e a outras desgraças já condenadas pela vida?”Foi o que se viu e vê quando o Estado construiu por cá o Bairro do Arco Cego, Madre Deus, S. Domingos de Benfica, Casalinho da Ajuda, São Miguel e Alvalade nas avenidas novasE com o Bairro das Furnas e do Lumiar nem se fala, coitados, já quanto à auto construção do Bairro da Quinta da Calçada, Picheleira e Quinta dos Peixinhos era só para gente “já condenadas pela vida”.O Irritado tem de deixar de por a tocar a cassette riscada, que aleija o salazar e até o disco do Zé Cabra se ouve melhor.

      2. “Na sua opinião o ideal seria não haver casas.”Na minha opinião deve haver casas; mas, até que todos tenham uma, ninguém devia ter mais que uma. Isto nada tem a ver com Estaline ou outros papões; é mera decência e senso comum. Fome? Li há dias que morre uma pessoa de fome a cada quatro segundos. Se fosse na URSS, Cuba, Venezuela, etc. era culpa do comunismo. Já o capitalismo jamais tem culpa de nada: é só o mercado a funcionar.

  2. Ainda não consegui perceber esta “DA POLÍTICA DO ÓDIO” o apetite do Irritado para arranjar mulheres para as suas irritações.Esquisito e tem sido frequente, estamos perante um caso, não sei se de misoginia ou de populismo barato para pretender ser graçolas, apontando as mulheres.

    1. Não sou misógino (antes pelo contrário, sou apreciador, e admirador). Mas quando elas se põem a jeito…

      1. Pois, pois, o “se põem a jeito…” é por pensar, populistamente, que vai ter muita aceitação com as graçolas.E, então, para si elas usarem mini saia é “estar a pedi-las” e muito tapadas “olha que inocentes”, mas só lhe dá jeito de determinada posição política. Ou, p.ex., atire um tratamento sobre determinado assunto adjectivando a Mortágua e a Paula Bobone sobre os seus comentários.

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