IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


MORRER EM PAZ

Pois é. Parece que anda para aí uma data de gente a morrer. Ninguém parece saber, ou dizer porquê.

Há almas pouco crentes a clamar que são as consequências dos anos em que, por causa do terrorismo oficial, o SNS funcionava ainda pior do que de costume, as pessoas tinham medo de ir aos hospitais, quem ia, ou tinha covide ou era mandado passear, as urgências não eram frequentadas, não havia diagnósticos, ainda menos cirurgias, ou consultas. O panorama era a continuação do habitual mas em muito pior. É claro que as consequências haviam de vir, e aí estão.

Outras almas, habitualmente rotuladas de criminosas (classificação introduzida pela Armada), negacionistas e fascistas encapotados, andam a dizer que a culpa é das vacinas do almirante, a morte súbita, os derrames cerebrais e outras maleitas são provenientes das vacinas que nunca foram vacinas, só discutíveis tratamentos com aparente ou real eficácia na moderação dos sintomas.

Entretanto, tudo na maior. Os profissionais de saúde andam num virote corporativo (nunca, nem durante a ditadura corporativa, houve tanto corporativismo em Portugal), as “autoridades” metem os pés pelas mãos, a ministra vai dizendo uns disparates, a outra condena o bacalhau à Brás, o covide deixou de ser notícia, só aparece em letra pequena e em quantidades que há um ou dois anos seriam catastróficas mas agora já não, os testes caíram em desuso, a guerra da Ucrânia e os fogos é que é bom, o Presidente anda de automóvel a fazer a sua propagandazinha com uma senhora enjoativa, o PSD, e bem, zanga-se com ele, o primeiro-ministro diz que não há problemas, isto sem falar da ditadura da esquerda LGBTYFDSXCVB+-x:ETCETAL, que se apresta a condenar os “dissidentes” que dizem mal da nova antimoral instalada.

É o que está a dar, os mortos são conversa para académicos de pacotilha, não fazem manchetes nem compram publicidade.

 Pois que morram para aí à vontade, a culpa é de nada e de ninguém como é costume e o SNS nada tem a ver com o assunto.

 

13.8.22



6 respostas a “MORRER EM PAZ”

  1. Sim senhor, tem toda a razão de estar irritado.Eu também estou, embora não encha chouriços com cassetes riscadas e com “…sem falar da ditadura da esquerda LGBTYFDSXCVB+-x:ETCETAL,…” de chacha, talvez metesse no rol a infeliz morte da criança por falta de segurança no rally da Madeira. Estivesse um “cabrita” no governo da Madeira seria motivo para o Irritado o culpar das cheias, fogos, quedas das árvores no jardins e mais esta falta de segurança, que por lá tem passado.E quantos haverão destes a morrer em paz e com seguro de saúde?

    1. Efectivamente os pais da falecida criança madeirense pouco fizeram para lhe garantir segurança … mas parece que as responsabilidades parentais são coisa que já viu melhores dias!

    2. Não faço ideia do que tem a ver a criança da Madeira com o assunto do post. Segundo parece ela atravessou a estrada com os pais…

      1. Você percebeu. Se o infeliz caso da criança fosse na Rampa da Falperra a culpa era do “cabrita” do Governo que não acautelou devidamente a segurança, o quer dizer que naquele caso morreu em paz sem irritações.

    3. Usar a morte de uma criança para tentar relativizar a responsabilidade e ética vergonhosa e miserável do sr. cabrita é de uma mesma falta de ética miserável do mesmo nível da ética do sr. ex ministro cabrita! Ainda para mais não havendo comparação possível entre o atropelamento da criança e qualquer dos vários casos do cabrita!!!

  2. Avatar de Só sei que nada sei
    Só sei que nada sei

    A berdade berdadeira é que a culpa não é do bosta, mas de quem o lá pôs!!!Claro que muitos do(a)s sábio(a)s governamentais não aceitam esta tese e inclinam-se para as “alterações climáticas” e a “protecção civil” confirma ao contrário dos “bombeiros” que é descoordenação de comando.isto agora com o Portugal a arder… quando chegarem as inundações a culpa vai ser do “Borda de Água” que não avisou aqueles senhores que no Inverno é costume chover.

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