IRRITADO

O SOCIALISMO É A FILOSOFIA DO FRACASSO, A CRENÇA NA IGNORÂNCIA, A PREGAÇÃO DA INVEJA. SEU DEFEITO INERENTE É A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA MISÉRIA. Winston Churchill


MÁRIO FERREIRA

Uma esquerdoida e uma esquerdófila, das do costume (C. Martins e A. Gomes), desataram aos gritos quando se soube o chamado Banco de Fomento “fomentou” um empréstimo de 40 milhões ao senhor Mário Ferreira.

Para quem conhece as gritantes, é fácil explicar a coisa: quem quer que seja que tenha empresas ou que mexa em dinheiro a sério leva na cabeça, e pronto. Parece que o homem não é socialista, e as referidas senhoras mais não fizeram que aplicar ao caso a filosofia de Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República.

Quanto ao banco, são desconhecidos os critérios que presidiram ao empréstimo mas que, ao que parece, respeitaram todos as normas da UE aplicacáveis.

Foi dito, em abono do senhor Ferreira, que não se tratava de um bodo mas de um empréstimo que viria a render ao banco uns 29 milhões em juros. A ser verdade, as senhoras jamais terão isso em consideração: se o homem tem empresas e dinheiro, se cria emprego e empresas, se ganha com isso, é para defenestrar.

O homem é que não esteve com mais aquelas: contra-atacou, isto é, mandou o empréstimo às urtigas e disse que ia arranjar o dinheiro de outra maneira. Não estava para aturar as senhoras, ainda menos os exércitos dos media que por aí se agigantam, sedentos de sangue. Publicou um comunicado, bem escrito e bem fundamentado, onde explica as suas razões. O banco calou-se, o governo também.

Não sei se isto lhe valeu a pena. Calar a matilha não é fácil.

E, ou muito me engano ou os quarenta milhões vão voltar direitinho aos cofres de Bruxelas. Será a “gestão” socialista no seu melhor.

 

3.8.22



6 respostas a “MÁRIO FERREIRA”

  1. Além das gritantes temos as ” irmãs metralhas “. Quem? Ora, a gémeas do BE. Ou serão..irmãs dalton?

  2. “….ainda menos os exércitos dos media que por aí se agigantam, sedentos de sangue.”E vai daí o Irritado nem sequer fala deste assunto de grande calmaria para viagens de barco ao polo norte. Ah, parece que a esquerdófila A. Gomes, que eu penso quem seja, teria dito ‘então se não precisava porque pediu’.

  3. A esquerda é quase sempre contra a riqueza e contra quem a tem. A direita é sempre a favor. A esquerda assume que tal riqueza é imerecida, frequentemente chulada ou roubada. A direita assume que é merecida, necessária e boa para todos: para quem a tem e, via trickle down e outras lendas, para a sociedade. Creio que a esquerda tem razão; e que essa razão, independentemente do que a motive – justiça, sanha ideológica, ou até a ‘inveja’ que a direita costuma atirar-lhe – é tão antiga quanto a civilização. Poucos sempre viveram à conta de muitos. A riqueza sempre esteve muito mal distribuída. A cobiça, a ganância, o egoísmo, a desigualdade, tudo que a direita preza é nocivo. Nove em cada dez fortunas são de mamões, trafulhas e criminosos. A décima, a existir, será só excessiva. Como é habitual o Irritado defende um mamão. No caso, um mamão trafulha. Há muito que esse ditoso ‘empreendedor’ saca à grande e à nortenha, mas, claro, na mitologia direitista todos os heróis sacam à grande. É isso que os torna heróis; e se tiverem uma boa história rags to riches, ao estilo da canalha americana, então são mais que heróis: são santinhos.

    1. Filipe Bastos, do que nos tem habituado, este comentário é para os anais.Até devia ser ensinado nas aulas de Economia, com a ressalva, para não assustar as crianças, de nada contra a iniciativa privada.

    2. A distribuição da riqueza é uma coisa, a criação da mesma é outra. Para redistribuir é preciso haver riqueza e quando a “redistribuição” é tão ávida de “redistribuir” que acaba por dar cabo da geração da mesma!Pior ainda é a forma incompetente (demasiadas vezes corrupta) como os governos xuxalistas “redistribuem” para os próprios bolsos em nome dos mais desprotegidos!!!!

      1. A esmagadora maioria da riqueza é hoje criada pelo toque de uma tecla; e mesmo muita da que é criada fora da banca, dos ubíquos ‘mercados’, criptotretas, etc., é fruto de especulação, exploração ou manipulação. Além de redistribuída, a riqueza deve ser redefinida. Faz falta um grande ‘reset’, não o reset que querem os mamões, para concentrá-la ainda mais, mas para uma discussão aberta e democrática: como devemos usar as nossas vidas e os recursos do planeta? Que trabalhos são realmente úteis? Como organizar e gerir a sociedade? Quanto aos xuxas, claro que são chulos e trafulhas. Mas a direita não é melhor. Ser de direita é servir mamões.

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