Dutante meses, levámos, todos os dias, com horas e horas de Bruno de Carvalho (juro que não é meu primo), nas TVs, nos jornais, na rádio, etc. Até que, legitimamente, tivemos a ilusão de que o assunto estava “arrumado” (como soe dizer o chamado primeiro-minstro quando está à rasca).
Eis senão quando, para infrene gáudio da alcateia, o homem ressucita e volta a ocupar 95% do espaço, ele e catadupas de doutores da bola, da justiça, do jornalismo, da polícia, do raio que os parta. O remédio é fechar a televisão, não comprar jornais e cortar relações com quem nos vier falar no assunto.
Nunca me passou pela cabeça tornar-me “activista”, coisa mais ou menos abominável. Mas estou a pensar seriamente apelar à guerra civil contra o nacional-futebolismo.
13.11.18

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