Somos menos que os brasileiros? Nem pensar.
Depois de anos das maiores trafulhices – mensalão, Petrobrás, apartamentos e por aí fora, depois de anos a gastar à tripa forra a herança do Fernando Henrique, um tal Inácio da Silva, conhecido por Lula, finalmente encarcerado, faz as delícias da maioria dos brasileiros, e até a ONU acha porreiro isso de, à presidencia do Brasil, se candidatar um judicialmente sentenciado.
À nossa escala, temos um Lulinha, desta feita, de Carvalho (não é meu primo). Trambiqueiro, ordinário, palavroso, cioso dos seus dinheirinhos, depois de ter insultado os seus e apoiado quem os atacou à cacetada, está em vias de voltar, com o apoio dos “brasileiros” locais.
Muito se diz por aí sobre os atrasos na punição da corrupação e de outras manifestações de falta de escrúpulos, de honestidade e de mera decência. Mas, no fundo no fundo, há muito quem os estime, admire, e até se proponha reelegê-los.
18.8.18

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